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Prêmio Zenildo e Zildo Caldas - Categoria Urbanismo, planejamento e cidades


1º lugar

 

BELO JARDIM CULTURAL: um espaço público no Agreste de Pernambuco projetado por processo participativo

 

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Ana Luisa Oliveira Rolim (Coletivo-rt Arquitetura e Interiores)

integrantes: Vera Freire (Coletivo-rt), Isac Filho e Gustavo Tenório (Adpt Design) e Juliano Dubeux (Juliano Dubeux Arquitetos)

estagiário: Lucas Mello

local: Belo Jardim-PE 

projeto: 2019

obra: 2020

 

texto síntese: Numa maratona de 48 horas, chamada “Belo Jardim Cultural”, três escritórios recifenses interagiram com habitantes de idades e profissões diversas no município de Belo Jardim e discutiram expectativas para uma nova praça na cidade. Coordenada por um grupo de inovação digital e financiada por uma empresa local, a iniciativa visava doar um espaço público à cidade. A população apontou como predileções, sentar, ver natureza, brincar e ter um local para selfies, mitigando a insegurança e a falta de zelo comuns a espaços similares. Junto à espacialização projetual preliminar, firmaram-se diretrizes: criar espaço de integração entre os bairros circundantes; promover sensação de segurança, gerar sombreamento; conectar a equipamentos culturais vizinhos e produzir mobiliários urbanos via fabricação digital a partir do trabalho de mestres artesãos da região, para serem montados pela comunidade. A devolutiva aos belojardinenses levou a mínimos ajustes, seguidos do projeto executivo, que incluiu: eixos conectores, sombreiros, pórticos multifuncionais, campinho, septo interativo e áreas de lazer e permanência. Com a fase 1 concluída, o projeto criou um espaço público vivo no coração da cidade, marcado pela presença de resilientes espécies locais.


PRANCHAS

 

ATA DE SELEÇÃO E JULGAMENTO


 

Prêmio Cláudia Loureiro - Categoria Trabalho final de graduação

1º lugar

ESTACIONAR - MORAR. Um exercício de trans-programação arquitetônica na cidade do Recife

FICHA TÉCNICA

estudante: Danilo Cirne Vilas Boas dos Santos

orientador: Paulo Raposo Andrade 

instituição: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

ano da defesa: 2020

Texto síntese: A subutilização dos edifícios-garagem poderá ser um dos desfechos gerados pela priorização de mobilidades alternativas frente à atual realidade “carrocrata” das grandes cidades. No Centro do Recife, hoje, 14 edifícios garagem somam uma área construída aproximada de 122 mil m². Qual poderia ser uma ocupação alternativa para esses edifícios? "Estacionar-Morar" pretende realizar um esforço de antecipação, vislumbrando, perante esses processos de obsolescência, uma experiência projetual de transformação em um desses edifícios, o Edifício Garagem Central, localizado no bairro da Boa Vista. O projeto, ao adquirir a complexidade do lugar e das referências que o retroalimentam, produziu uma ideia de espaço divergente, que transmuta elementos arquitetônicos e relações espaciais a pontos antagônicos, escancarando a possibilidade de ressignificação da cidade a partir do pré-existente. A experiência, além de investigar questões que estão além dos limites do tempo presente, ainda oferta caminhos para o favorecimento atual das áreas centrais, ao incorporar um novo meio de inserção da dinâmica habitacional no Centro do Recife, combatendo a nociva homogeneidade comercial que o caracteriza.

MEMORIAL

1º lugar

(Velha) Holanda, Holanda, (Nova) Holanda: Bouwcentrum e Arquitetura de Sistemas

FICHA TÉCNICA

estudante: Juliana Silva Ramos

orientadora: Profa. Dra. Guilah Naslavsky

instituição: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 

ano da defesa: 2019

 

texto síntese: Da Holanda no Velho Mundo, por Armando de Holanda, à Nova Holanda, Nordeste do Brasil, constitui-se o percurso da transmissão de conhecimento pela qual se dá hipotética interação do Bouwcentrum – instituição da Reconstrução Holandesa (1946) – na atividade construtiva da região, mediante a atividade de Holanda – alumni do IX International Course on Building (1967) da entidade e vetor (profissional) da conexão – e sua arquitetura de sistemas (1967-1979). A seguinte investigação buscou verificar a ocorrência dessa hipótese à luz dos princípios e contextos de fundação e expansão do Bouwcentrum e episódios e produções da trajetória de Holanda, adotando base referencial associada de documentos históricos (arquivos periódicos, institucionais e projetuais) e teóricos (textos de arquitetura, urbanismo e outros) internacionais. Elucidaram-se as modalidades de assistência técnica (Educação Internacional) do Bouwcentrum na América Latina – ICB/ Information Centres –, e os antecedentes, circunstâncias e prováveis efeitos da participação de Holanda no IX ICB, evidenciando que o know-how adquirido na instituição instrumentalizou o arquiteto para a execução prática de uma consciência projetual (de arquitetura industrializada) nele já corrente.

MEMORIAL

Menção honrosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estruturalismo, espaço doméstico e pandemia

FICHA TÉCNICA

estudante: Maria Clara Tadeu Cabral Alves 

orientadora: Ana Luisa Rolim 

instituição: Universidade Católica de Pernambuco (Unicap)

ano da defesa: 2021


texto síntese: O trabalho consiste na aplicação do Estruturalismo arquitetônico ao problema do espaço doméstico na era pandêmica. A investigação acerca do histórico de pandemias no século XX mostrou que o isolamento em ambiente doméstico tem sido uma medida fundamental de prevenção e contenção de vírus. Por outro lado, argumenta-se que muitos protocolos cotidianos sanitários desejáveis, semelhante ao que hoje ocorre com o Covid-19, não foram considerados na proposição de soluções arquitetônicas para o ambiente domiciliar. Como uma alternativa de abordagem arquitetônica para esta situação, visando um melhor enfrentamento dos problemas relacionados ao ambiente doméstico em contextos pandêmicos, este trabalho propõe revisitar o movimento holandês do Estruturalismo. Aliando a valorização do espaço coletivo, pensado a partir de padrões individuais, a estratégias sanitárias habitacionais em combate às pandemias, pretende-se lançar um novo olhar sobre a produção do espaço habitacional no século XXI. Para tanto, o estudo objetiva o estabelecimento de um conjunto de normativas e diretrizes recomendáveis no enfrentamento e atenuação dos efeitos do vírus Covid-19 na escala de ambientes domésticos.

MEMORIAL

ATA DE SELEÇÃO E JULGAMENTO

Prêmio Wandenkolk Tinoco - Categoria Edificações
 

1º lugar

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Casas Populares Paudalho

 

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Edson Muniz (NEBR arquitetura)

integrantes: Amanda Brandão e Chico Santos

local: Paudalho-PE 

projeto: 2021

obra: 2021

 

texto síntese: Sugestivas propostas arquitetônicas de moradia a preços acessíveis para população, preconizam unidades habitacionais de qualidade questionável para solucionar o déficit habitacional no país, e em Pernambuco não é diferente. Na provocação de se pensar a moradia enquanto espaço honesto, propomos experimentar desenhar uma arquitetura de vocação simples e objetiva à vista de projetos reprimidos às imposições do programa habitacional brasileiro. Tingida no contexto urbano, ainda que rural, a natureza ao fundo do loteamento atenuou-se como cortesia, em composição com a presença da fauna regional. A simplicidade norteou o desafio de traçar diretrizes projetuais tecnicamente possíveis para quatro casas embrionárias com 58,5m² cada. Inseridas em lotes de dimensões 8m x 20m e executadas pela mão de obra local pouco qualificada, o prazo construtivo foi de 120 dias. O partido arquitetônico advém da sombra, ao gravitar ritmo à caligrafia precisa de linhas retas e presidir a altivez por pontas e arestas no apuro geométrico. O projeto re-questiona dimensões hostis e princípios enérgicos de economia espacial estigmatizados à casa popular. No fruir do vazio edificado a partir do desenho em altura, o céu torna-se o horizonte pois pouco se tinha chão.

 

PRANCHAS

 

Destaque Casa do ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

Casa Carpina

 

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Edson Muniz (NEBR arquitetura)

integrantes: Amanda Brandão e Chico Santos

local: Carpina-PE 

projeto: 2020

obra: 2021

 

texto síntese: No município de Carpina o desenho da casa de campo emerge na condição de desfrutar da natureza mediante uma arquitetura sem excessos. Com isso, a geratriz do partido arquitetônico advém do corte longitudinal da geografia ao se apropriar do perfil natural do sítio. O processo projetual compreende premissas impostas – equilibrar razões de ordem econômica e construtiva. O sistema construtivo em concreto armado, valida traçar uma arquitetura identitária dentro das possibilidades. Para tanto, a acuidade técnica dos projetistas no canteiro de obras orquestra o aparato consciente em sua materialização. O traçado regulador das plantas assume uma divisão modular, ao ordenar um escopo programático denso para uma residência de 240m². A partir da articulação de sólidos volumetricamente díspares, a expressão plástica visa acentuar o rigor geométrico ao subverter protagonismos formais.  O projeto faz proveito da sinergia dos blocos de vidro e conjuga uma narrativa poética em virtude da coexistência métrica dos blocos ante o bordado esguio da natureza ali posta. Um inesperado passadiço envidraçado paradoxalmente paira sobre a paisagem e testemunha o finito ao perpetuar a alma da casa – a elegia do vazio edificado frente à natureza sublime. 

 

PRANCHAS

 

 

Destaque Impacto social

Capela em Ipojuca

 

FICHA TÉCNICA

autores/coordenadores: Vera Pires e Roberto Ghione (Vera Pires Roberto Ghione Arquitetos)

integrante: Marilia Brito Muniz

colaborador: Mateus Benicio

local: Ipojuca-PE 

projeto: 2014

obra: 2014

 

texto síntese: As limitações materiais são um excelente desafio que permite aprofundar e valorizar a essência da arquitetura, especialmente o exercício das proporções, o jogo da luz e sombra, os recursos de conforto natural e a máxima racionalidade na organização da matéria. "Menos é mais", o famoso ditado modernista de Mies Van der Rohe, se traduz em "Fazer muito com muito pouco", realidade das periferias e comunidades do Brasil. A Capela Santa Clara, na cidade de Ipojuca, foi uma oportunidade de exercitar esses princípios. Projeto e obra construída realizados através de doações, a proposta procura materializar, com os elementos mínimos, as emoções de uma experiência arquitetônica. O projeto resolve uma construção singela, com coberta de telhas sobre laje de duas águas, construção em alvenaria e cobogó nos fechamentos laterais, que favorece a ventilação constante. A volumetria se resolve a partir da complementação e decomposição de um quadrado, definindo planos inclinados com arestas marcadas, na intenção de provocar um jogo de sombras que define o acesso principal.

 

PRANCHAS

Menção honrosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Casa na Enseada dos Corais

 

FICHA TÉCNICA

autores/coordenadores: Vera Pires e Roberto Ghione (Vera Pires Roberto Ghione Arquitetos)

integrante: Thomas Walser;

colaborador: Mateus Benicio

local: Cabo de Santo Agostinho-PE 

projeto: 2016

obra: 2017

 

texto síntese: Situada em terreno suburbano, a casa se adapta à topografia íngreme, organizada em prisma retangular de dois pavimentos e áreas de serviço laterais. As áreas servidas, abertas e transparentes, favorecem as vistas do entorno e a ventilação cruzada. Um vazio central de distribuição organiza as áreas sociais e íntimas. O projeto evita a climatização artificial mediante venezianas de madeira, coberta em telha isotérmica e grandes beirais. Foram preservadas as espécies vegetais existentes (mangueiras e cajueiros), em torno das quais se projetaram espaços de estar ao ar livre. Uma extensa piscina (solicitada para ensinar natação) qualifica uma das frentes com ambiência refrescante. o projeto é racional, de geometria precisa. E estrutura da coberta em madeira certificada resolve beirais generosos, terraços e pérgolas que provocam sombras e favorecem o crescimento de trepadeiras, que qualificam os espaços. Os serviços foram tratados como torres destacadas com cor. A técnica construtiva e os materiais definem a arquitetura, evitando ocultar ou camuflar soluções. Materiais naturais predominantes (terra e madeira) e contato permanente com a água, vegetação, brisa e sol favorecem um hábitat humanizado e estimulante.

 

PRANCHAS

 

 

Menção honrosa

 

Cinco casas na Enseada dos Corais

FICHA TÉCNICA

autores/coordenadores: Vera Pires e Roberto Ghione (Vera Pires Roberto Ghione Arquitetos)

integrante: Marilia Brito Muniz

colaborador: Mateus Benicio

local: Cabo de Santo Agostinho-PE 

projeto: 2013

obra: 2014

 

texto síntese: Conjunto de casas de praia de 65 m², localizadas em terreno estreito em rua pós beira mar. A implantação integra uma sequência de jardins privativos, gerando situações simultâneas de convívio e privacidade. Construção realizada com recursos limitados, apelando aos valores transcendentes da arquitetura: proporção, ritmo, luz e sombra, espacialidade, volumetria. Procura do conforto natural através da implantação, das ventilações cruzadas e da sombra. O pavimento térreo é vazado, com pátio posterior para garantir a ventilação. O pavimento superior possui dois quartos com banheiros privativos. A escada marca a espacialidade interior da casa, com extensão visual para o exterior. Um jardim privativo agregado com o terraço provoca a integração entre interior e exterior, aumentando a sensação das dimensões internas. A volumetria marca a individualidade de cada casa, articuladas por panos de cobogó que definem as escadas. Pilares redondos resolvem com leveza a continuidade das esquadrias, marcando o peso dos volumes superiores, Uma coberta de telha canal com beirais de madeira unifica, arremata e sombreia o conjunto. Uma defasagem entre as cobertas permite ventilar os banheiros localizados no centro da planta.

 

PRANCHAS

 

 

Menção honrosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escola de Música da UFPE

FICHA TÉCNICA

autores/coordenadores: Marcelo Palhares Santiago (Horizontes Arquitetura e Urbanismo)

integrantes: Arquitetura: Gabriel Velloso da Rocha Pereira, Luiz Felipe de Farias (Horizontes Arquitetura e Urbanismo), Fernando Luiz Lara; José Augusto Nepomuceno e Júlio Gaspar (Acústica & Sônica), Rafael Yanni, Silvia Guastaferro e Thais Minardi; Acústica, Planejamento dos Espaços e Sala de Recital: José Augusto Nepomuceno e Júlio Gaspar (Acústica & Sônica)

colaboradores: Camila Alberoni, Iris Dias Resende Pereira e Mariana Carneiro; Estagiários: Ana Vitória Leão, Heidi Brandenberger e Mariana Tobias Leite; Imagens 3D: Box Image; Imagens Isométricas: Horizontes Arquitetura e Urbanismo

local: Recife-PE 

projeto: 2019

obra: Não executada/executada parcialmente

 

texto síntese: O projeto de uma Escola de Música apresenta dois desafios: enquanto a sala de concertos é carregada de complexidades e carga simbólica, a escola tem desafios didáticos e culturais que podem definir uma “escola musical”. Compositores e maestros chegaram a criar suas escolas e pedagogias, definindo o trabalho e a cultura musical de sua geração ou da nação. Estes desafios demandam um edifício com especial, com caráter próprio, e não um “amontoado” organizado de salas. A Escola de Música da UFPE será definida pelos vazios, movimentos e pela excelência acústica. O programa se organiza ao redor dos elementos que qualificam e diferenciam a arquitetura: luz e sombra, espaços de convívio, espaços para ver e ser visto. A volumetria resulta da organização de espaços ao redor dos vazios E dos balanços e ângulos gerados pelas demandas acústicas. Os ângulos e variação de planos expressam o movimento e a dinâmica inerentes à criação musical. O desenho topográfico da entrada compõe uma praça arborizada, com rampas, arquibancada/anfiteatro e palco para eventos externos. As formas anguladas e as superfícies com aparência metálica denotam a contemporaneidade do projeto, registrando no edifício o "espírito da época”.

 

PRANCHAS

 

ATA DE SELEÇÃO E JULGAMENTO

 

 

Prêmio Geraldo Gomes - Categoria Técnicas, tecnologia e inovação 

 

1º lugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A CASA HIFAS: uso da realidade aumentada via smartphones no canteiro de obras

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Ana Luisa Oliveira Rolim (Escola Unicap-Icam Tech/Universidade Católica de Pernambuco)

integrantes: Victor Sardenberg; Clarissa Duarte; Rafael Rattes; Dyego Digiandomenico; André Figueiredo 

colaboradores: Gabriela Meireles; Otto Neuenschwander; Rodrigo Carvalho; Vinicius Lemos; Celso Sales; Igara Garcia; Juliana Rabello; Katia Jordão; Leticia Falcão; Lilian Oliveira; Fernando Fontanella; Aline Mendes; Amanda Câmara; Renata Gamelo; Karla Mello; Andrea Dornelas Câmara   

local: Recife-PE 

projeto: 2021

 

texto síntese: Esta iniciativa acadêmica foca na aplicação da Realidade Aumentada (RA) via smartphones como ferramenta para a construção de geometrias complexas, sem a utilização do Controle Numérico Computadorizado (CNC) ou desenhos impressos. Para testar o estado atual da RA na produção de objetos, a Casa Hifas, um protótipo temporário, em escala 1:1, foi construído em um campus universitário por professores e alunos de um curso de pós-graduação, acompanhado de uma exposição em RA para ampliar seu caráter informativo e interativo. O protótipo foi construído no período da pandemia da COVID-19, em um workshop com participantes presenciais e remotos, incluindo refinamento do projeto, adaptação ao sítio e construção, usando como matéria-prima blocos de concreto localmente produzidos e argamassa ecológica pré-pronta. A experiência teve resultado positivo quanto ao uso da tecnologia acessível de smartphones como ferramenta complementar, no canteiro de obras e na informatização da construção. A tecnologia mostrou-se efetiva como método construtivo e de visualização, e levou à execução aproximadamente quatro vezes mais rápida do que processos convencionais, envolvendo maior sustentabilidade pela ausência do papel impresso e peças de escoramento.

 

MEMORIAL

 

 

Menção honrosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MAKAZI: instalação temporária em campus universitário

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Ana Luisa Oliveira Rolim (Universidade Católica de Pernambuco)

integrante: Eduardo Santos 

colaboradores: Bianca Oliveira; Amanda Carvalho; Beatriz Souza; Bruno Tinôco; Luciana Lima; Paloma Tabosa; Larissa Falavigna; Arlindo Ferreira; Cosme Evandro   

local: Recife-PE 

projeto: 2019

 

texto síntese: Uma instalação temporária, a “Makazi” resultou de um workshop em um curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, ocorrido de 19 a 22 de outubro de 2019, que focou no refinamento e construção de um objeto previamente concebido computacionalmente. O processo híbrido de projeto computacional e construção analógica viabilizou a estrutura quanto aos condicionantes de custo e rapidez de execução e montagem. Foram utilizadas ferramentas de fácil manuseio e materiais acessíveis e sustentáveis, tais como, madeira pinus reciclada, compensado em pinus de reflorestamento, corda de tecido, parafusos rosqueados, selador e tinta acrílica ecológica. O projeto adotou como lógica de geração da forma a tipologia do bloco torcido e a matriz geométrica da espiral, favorecendo seu crescimento vertical. Integrando-se ao sítio, o artefato abraça uma árvore preexistente, otimizando o conforto térmico e a relação simbiótica com o lugar. A experiência revelou que a extensão da teoria à prática é fundamental na formação do arquiteto, que tecnologias digitais otimizam as fases de concepção e execução do projeto e que processos de geração da forma podem levar a memoráveis experiências humanas ao facilitarem arranjos complexos a partir de componentes simples.

 

MEMORIAL

ATA DE SELEÇÃO E JULGAMENTO

 

 

Prêmio Lijane Tinoco - Categoria Interiores e design

 

1º lugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nova vida para um imóvel dos anos 1970

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Celso Vinícius Ribeiro Sales (Celso Sales Arquitetura)

local: Recife-PE 

projeto: 2016

obra: 2017

 

texto síntese: Em 2016, aceitamos o desafio de reformar e ambientar um apartamento de 130m² construído nos anos 1970, no bairro da Boa Vista, Recife. Os clientes – um ator e um professor universitário – tinham duas principais demandas: acomodar cerca de 1500 livros e expor uma coleção de pôsteres. O imóvel deveria contar com uma suíte, dois quartos de hóspedes, ambiente de estudo integrado à sala e lavanderia espaçosa. A solução projetual é prática e livre de excessos. Os materiais, texturas e cores despertam múltiplas sensações e memórias: a madeira dá aconchego e intimidade; os ladrilhos (desenhados pelo escritório) relembram tanto as antigas casas recifenses quanto os padrões geométricos da arquitetura moderna; o concreto aparente da laje traduz o despojamento do casal e evidencia a época da construção do edifício; o metal preto das luminárias e da estrutura dos móveis dá um toque de sobriedade. A neutralidade do conjunto funciona como pano de fundo para o colorido dos livros, das plantas e dos pôsteres. O mobiliário combina itens clássicos e contemporâneos do design nacional – Jorge Zalszupin, Marcus Ferreira, Estudiobola – com peças desenhadas exclusivamente para o projeto – estantes, prateleiras suspensas e módulos retangulares da sala.

 

PRANCHAS

 

 

1º lugar

 

 

PAVILHÃO MAKER: reuso adaptativo de edifício em campus universitário

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Ana Luisa Oliveira Rolim (Coletivo-rt arquitetura e interiores)

integrante: Andréa do Nascimento Dornelas Câmara

colaboradores: Lucas Mello (estagiário); Raíssa Prado (estagiária)

local: Recife-PE 

projeto: 2019

obra: 2019

 

texto síntese: Este projeto de interiores de reuso adaptativo adequa uma edificação preexistente – um casarão do início do século XX -  a novos usos justapostos em espaços flexíveis: laboratório digital, coworking, palestras e reuniões. A neutralidade rege a intervenção, que combina formas legíveis a revestimentos, ora similares, ora claramente contrastantes à preexistência. Propõe-se a recuperação da expressão tectônica, ocultada pelo tempo, de materiais originais, revelados em prospecções investigativas: tijolo maciço; molduras, gradis e esquadrias em madeira, peças e guarda-corpos em ferro fundido. A marcação das aberturas na fachada rege a organização dos três setores (coworking, palestras e produção) em um leiaute aberto, não-hierárquico e transparente, reforçando o caráter colaborativo do pavilhão.  Três luminárias escultóricas cilíndricas e uma divisória-estante elíptica, em chapa de ferro oxidado, fabricadas digitalmente, demarcam setores e enfatizam a inserção do novo no existente. O mobiliário, em compensado naval e laminado plástico ecológico, com diferentes alturas e funções, reflete o perfil nômade dos usuários. Valorizando o tom branco original, algumas paredes recebem painéis interativos ou cerâmica vitrificada em áreas molhadas. 

PRANCHAS

1º lugar

 

 

 

 

 

 

Apartamento CABR

 

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Camilla Costa Pereira Tenorio (Fábrica Arquitetura)

integrante: Ana Maria Heráclio do Rego Freire

local: Recife-PE 

projeto: 2021

obra: 2021

 

texto síntese: Cores e formas, as duas palavras apresentam este projeto de uma forma bem completa. Com seus 302 m², ele foi trabalhado com um pedido bem singular, cores e mais cores. Logo ao chegar ao hall o visitante nota a singularidade e o jogo único de cores e combinações, com a porta desenhada pelo escritório em laranja e seu puxador rosa unidos ao uso da madeira para o acolhimento e unidade com o piso em mármore travertino bruto. Da explosão de cores da sala de estar, a sala de jantar vem trazendo o equilíbrio toda em cor branca, que nada mais é do que a união de todas as cores, garantindo a leveza e encontro perfeito com os demais ambientes. Nas salas, amplas e integradas, o elemento que definiu o espaço e, mais um vez, trouxe singularidade ao projeto foi o tapete. Com os mesmos tons utilizados no hall e um desenho singular de formas e encontros, este é fundamental para garantir a demarcação dos diversos ambientes que a sala possui. Junto a ele, outras peças de design brasileiro se destacam: a poltrona Caçuá, de Sérgio J. Matos e o banco bolotas assinado pela design pernambucana Renata Brennand, do Estúdio Massa. Da mesma design ainda se encontra outros mobiliários como as poltronas gorduchas e o carrinho-bar arcos. Ao sair das salas o visitante se encontra com o estar íntimo, que por sua vez também tem o tapete colorido como destaque e elemento norteador para o trabalho de cores do ambiente. Neste, une-se ao jogo de cores o verde natural, com um belo jardim vertical que traz um toque de aconchego e natureza para dentro do lar. Ao longo da residência os quartos e ambientes de uso dos moradores torna-se uma verdadeira vivência de surpresas e alegrias pelo uso das diversas cores de formas diferentes e inusitadas. Nota-se pelas fotos que o trabalho de cores foi elemento de destaque e único em cada ambiente, porém um elemento encontrado em todos eles, é o trabalho da volumetria com as cores, trazendo um elemento arquitetônico importante de jogo de volumes para o projeto de interiores.

PRANCHAS

Menção honrosa

Loft Apolo - Ônibus

FICHA TÉCNICA

autoras/coordenadoras: Camilla Costa Pereira e Ana Maria Heráclio do Rego Freire (Fábrica Arquitetura)

local: Recife-PE 

projeto: 2018

obra: 2018

 

texto síntese: Da ideia de uma moradia itinerante surgiu o Loft Apolo, um projeto para um jovem rapaz que tem o seu lar sem endereço fixo e com todo um conforto de uma casa. Feito para um jovem em constante movimento, o projeto se utilizou dessas premissas para ter um ambiente que comportasse todas as necessidades que uma moradia traz, além de uma identidade bem marcante e sofisticada. Pela dificuldade e limitações que se tem em projetar em um ônibus, toda a marcenaria e parte do mobiliário foi desenhado pelo escritório a fim de comportar todos os itens do dia-a-dia de uma forma prática, confortável e harmônica. Da divisória do banheiro à cama queen foram desenhados e pensados todos os elementos, para que, além da utilidade do dia-a-dia, tivessem a resistência necessária que uma casa em constante movimento necessita. Além das dificuldades que um motorhome possui pelo movimento, o ônibus por si só contempla elementos fixos que limitam e que fizeram com que fosse trabalhada de forma mais ampla a criatividade, como a caixa das rodas e a saída de emergência. Banheiro, cozinha, sala e quarto conversam e interagem em uma forte e única integração, onde cada ambiente se funde em outro formando uma moradia singular.

PRANCHAS

Menção honrosa

Loja DUAS

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Carolina Mapurunga Bezerra Coutinho (azulpitanga)

integrantes: André Moraes de Almeida

colaboradores: Fotografia: Gabriela Passos e Bruna Pontual

local: Recife-PE 

projeto: 2018

obra: 2019

 

texto síntese: A Loja DUAS é uma marca pernambucana que tem como essência a estampa autoral. Esse projeto, teve como desafio criar uma loja conceito para a marca, sua premissa foi revelar as PREEXISTÊNCIAS muitas vezes escondidas nas obras.  O desafio que propomos partiu do RETIRAR camadas sobrepostas e expor o cru. Revelar as marcas gravadas nos corpos {materiais} através do gesto humano. Destacar as feridas cravadas nas paredes por tantas outras lojas que passaram por esse espaço.  Fizemos pequenas inserções, de forma quase cirúrgica, de objetos carregados de MEMÓRIAS AFETIVAS: transformar uma árvore caída no meio da mata em uma luminária, ressignificar arquivos esquecidos no fundo de antiquários em móvel caixa.  Tudo costurado por uma LINHA PRETA metálica que ora é arara, ora é apoio para espelho, ora é escada. A partir da estratégia do retirar conquistou-se uma paleta em cores cruas, fruto dos antigos revestimentos (cimento, argamassa). Essa paleta foi essencial para o contraste com as estampas e cores da marca. Para a parte de exposições das peças foi gerado um fundo branco, para neutralizar ainda mais e destacar os produtos. Compondo com os materiais remanescentes, foram escolhidos a madeira compensada em seu estado natural, e o preto.

PRANCHAS

Destaque Intervenção em edificação de interesse histórico

PAVILHÃO MAKER: reuso adaptativo de edifício em campus universitário

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Ana Luisa Oliveira Rolim (Coletivo-rt arquitetura e interiores)

integrante: Andréa do Nascimento Dornelas Câmara

colaboradores: Lucas Mello (estagiário); Raíssa Prado (estagiária)

local: Recife-PE 

projeto: 2019

obra: 2019

 

texto síntese: Este projeto de interiores de reuso adaptativo adequa uma edificação preexistente – um casarão do início do século XX -  a novos usos justapostos em espaços flexíveis: laboratório digital, coworking, palestras e reuniões. A neutralidade rege a intervenção, que combina formas legíveis a revestimentos, ora similares, ora claramente contrastantes à preexistência. Propõe-se a recuperação da expressão tectônica, ocultada pelo tempo, de materiais originais, revelados em prospecções investigativas: tijolo maciço; molduras, gradis e esquadrias em madeira, peças e guarda-corpos em ferro fundido. A marcação das aberturas na fachada rege a organização dos três setores (coworking, palestras e produção) em um leiaute aberto, não-hierárquico e transparente, reforçando o caráter colaborativo do pavilhão.  Três luminárias escultóricas cilíndricas e uma divisória-estante elíptica, em chapa de ferro oxidado, fabricadas digitalmente, demarcam setores e enfatizam a inserção do novo no existente. O mobiliário, em compensado naval e laminado plástico ecológico, com diferentes alturas e funções, reflete o perfil nômade dos usuários. Valorizando o tom branco original, algumas paredes recebem painéis interativos ou cerâmica vitrificada em áreas molhadas. 

PRANCHAS

ATA DE SELEÇÃO E JULGAMENTO

 

Prêmio José Luiz Mota Menezes - Categoria Cultura arquitetônica

 

1º lugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inventários Janete Costa e Acácio Gil Borsoi

 

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Fernando Diniz Moreira (Amparo 60 e Borsoi Arquitetos Associados)

integrantes: Andrea Halász Gati, Gisele Melo de Carvalho, Patrícia Ataíde Solon de Oliveira, Antonio Baccaro, Veronice de Oliveira

colaboradores: Lucia Santos, Roberta Borsoi, Marco Antonio Borsoi, Elzilane Carvalho, Victor Uchoa, Erica Miranda, Julia Fernandes, Tereza Cahú

local: Recife-PE 

projeto: 2016

 

texto síntese: Os projetos de inventário de Janete Costa e de Acácio Gil Borsoi buscaram salvaguardar os registos iconográficos deixados por estas figuras-chave na consolidação da arquitetura moderna em Pernambuco.  Seus ricos acervos - que contém não apenas projetos de arquitetura, como fotos, croquis, recortes de revistas e jornais, cartas e maquetes - estavam correndo risco de deterioração. Por meio de recursos (Funcultura) foi feita a limpeza, classificação e organização de todo o material iconográfico produzido por estes arquitetos gerando dados que foram inseridos em um programa de gerenciamento da informação. Como forma de divulgação da obra dos dois arquitetos para o grande público, foram confeccionados dois sites com um design atraente e uma interface amigável: www. http://janetecosta.arq.br/ e http://acaciogilborsoi.com.br/. Assim, todos documentos agora estão bem acondicionados e podem ser acessados pelo site por meio de palavras-chave em um banco de dados. Acreditamos que assim conseguimos dar alguma sobrevida a este material e tornar a obra do casal mais acessível para futuros pesquisadores.

MEMORIAL

1º lugar

Programa Educacional Ateliervivo

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Natan Nigro (Programa Educacional Ateliervivo)

integrantes: Lula Marcondes e Michael Phillips

local: Olinda-PE 

projeto: 2021

 

texto síntese: Criado em 2015 no Recife, o Ateliervivo é um programa educacional que desenvolve intervenções com abordagem em design-build (desenho- construção) que visam introduzir estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, design, artes e afins à prática do desenho responsável a partir da experiência construtiva. Coordenado pelos arquitetos Lula Marcondes, Michael Phillips e Natan Nigro, o coletivo oferece experiências em arquitetura de forma aplicada ao canteiro de obras com uma metodologia própria batizada de “Pedagogia do Canteiro”, beneficiando comunidades locais e organizações sociais. ​O trabalho do Ateliervivo busca examinar como cada etapa da concepção do design pode ser construída com excelência e qualidade através de soluções adequadas às especificidades de cada contexto da cidade. O objetivo do coletivo é criar experiências inovadoras na forma como arquitetura e construção são ensinados, bem como unir as pessoas através do ato compartilhado da construção.

MEMORIAL

Destaque IAB Centenário

Inventários Janete Costa e Acácio Gil Borsoi

 

FICHA TÉCNICA

autor/coordenador: Fernando Diniz Moreira (Amparo 60 e Borsoi Arquitetos Associados)

integrantes: Andrea Halász Gati, Gisele Melo de Carvalho, Patrícia Ataíde Solon de Oliveira, Antonio Baccaro, Veronice de Oliveira

colaboradores: Lucia Santos, Roberta Borsoi, Marco Antonio Borsoi, Elzilane Carvalho, Victor Uchoa, Erica Miranda, Julia Fernandes, Tereza Cahú

local: Recife-PE 

projeto: 2016

 

texto síntese: Os projetos de inventário de Janete Costa e de Acácio Gil Borsoi buscaram salvaguardar os registos iconográficos deixados por estas figuras-chave na consolidação da arquitetura moderna em Pernambuco.  Seus ricos acervos - que contém não apenas projetos de arquitetura, como fotos, croquis, recortes de revistas e jornais, cartas e maquetes - estavam correndo risco de deterioração. Por meio de recursos (Funcultura) foi feita a limpeza, classificação e organização de todo o material iconográfico produzido por estes arquitetos gerando dados que foram inseridos em um programa de gerenciamento da informação. Como forma de divulgação da obra dos dois arquitetos para o grande público, foram confeccionados dois sites com um design atraente e uma interface amigável: www. http://janetecosta.arq.br/ e http://acaciogilborsoi.com.br/. Assim, todos documentos agora estão bem acondicionados e podem ser acessados pelo site por meio de palavras-chave em um banco de dados. Acreditamos que assim conseguimos dar alguma sobrevida a este material e tornar a obra do casal mais acessível para futuros pesquisadores.

MEMORIAL

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Menção Honrosa

Na Trilha dos Ladrilhos - Inventário dos ladrilhos hidráulicos da Fundação Joaquim Nabuco

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Rayssa Alexandra de Oliveira 

integrante: Lea de Barros Cavalcanti

local: Recife-PE 

projeto: 2021

 

texto síntese: O ladrilho hidráulico faz parte da história e da memória dos recifenses. Seja a lembrança do piso de uma escola, nas igrejas que estão espalhadas pela cidade ou até mesmo o piso de uma casa antiga de algum familiar. A utilização desse revestimento se deu graças a chegada das fábricas de ladrilho hidráulico na cidade do Recife, no final do século XIX até aproximadamente a década de 1960, gerando o barateamento e popularização das peças. O objetivo é a catalogação gráfica digital de peças de ladrilho hidráulico, usadas como revestimento de pisos, paredes e painéis de mosaicos da Fundação Joaquim Nabuco, localizado na Avenida 17 de Agosto- Poço da Panela, Recife-PE, selecionado pela variedade de modelos e relevância do conjunto. A catalogação foi feita nos moldes da ficha de inventário do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde se faz o levantamento do objeto, como a locação, a data, a descrição detalhada, estado de preservação, anotações e outras observações pertinentes ao estudo. Portanto, um catálogo digital das peças de ladrilhos hidráulicos também é uma forma de preservação, que tende a guardar a memória e a história desses ladrilhos e colabora com seu reconhecimento como obra de arte.

MEMORIAL

Menção Honrosa

ONDE COISAS E HOMENS SE ENCONTRAM- Cidade, arquitetura e subjetividade

FICHA TÉCNICA

autora/coordenadora: Lúcia Leitão Santos (Universidade Federal de Pernambuco)

local: Recife-PE 

projeto: 2014

 

texto síntese: Aldo Rossi refere-se à arquitetura como "a cena das vicissitudes do homem, carreada de sentimentos de gerações, de acontecimentos públicos, de tragédias privadas [...]". Sob o olhar do consagrado arquiteto italiano, a arquitetura da cidade aparece como a manifestação concreta de ações que, embora geradas coletivamente, são individuais em sua essência. Afinal sentimentos podem ser compartilhados socialmente, mas são vivenciados individualmente, do mesmo modo que acontecimentos públicos  podem atingir a todos, mas tragédias privadas são eventos particularíssimos. E dessa relação de intimidade entre a vida individual e a existência social que construo uma reflexão sobre a arquitetura da cidade à luz de condicionantes próprios da subjetividade. Seria a cidade imprescindível do ponto de vista psíquico tanto quanto se tem mostrado do ponto de vista físico, material? De que natureza seria essa imprescindibilidade? A partir de que artimanha psíquica teria o espaço habitado se tornado imprescindível/ e por quê? São essas as questões que norteiam o livro ora apresentado, investigadas à luz da Teoria da Arquitetura e da psicanálise.

ATA DE JULGAMENTO E SELEÇÃO

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